ESPECIARIAS – CANELA E CARDAMOMO

CANELA-DA-CHINA em pó ou em casca: é obtida retirando a casca dos galhos de uma árvore de origem chinesa. Muito utilizada em sobremesas, bebidas quentes ou frias associadas ao chocolate. Em pó usada em bolos, pão de mel, biscoitos, creme de confeiteiro.

CARDAMOMO: originado da Índia, mas também é cultivada no Sri Lanka, na Guatemala e na Tanzânia. Ele pode ser comprado em sementes ou moído. Muito usado em diversos pratos salgados, mas também bem utilizado em sobremesas, bolos, cremes e bebidas.

BRIGADEIRO DE CARDAMOMO E LARANJA

1 lata de leite condensado
50 g de creme de leite (pode ser o fresco ou lata ou caixinha)
6 bagas de cardamomo
Raspas de 1 laranja

Separe os ingredientes.
Coloque o creme de leite em um recipiente que possa ir ao micro-ondas e adicione as sementes do cardamomo (atenção, abra os cardamomos e as sementes devem estar amarronzadas). Leve ao micro-ondas por 15 segundos, caso não esteja bem quente. Leve por mais 15 segundos. Deixe em infusão por 10 minutos.
Na panela coloque o leite condensado, o creme de leite aromatizado e leve ao fogo baixo para iniciar o brigadeiro. Quando estiver grosso, parecendo um mingau, pode acrescentar as raspas de laranja. Mexa até dar o ponto desejado.
Ponto de copinho: quando o creme está todo cozido e grosso, mas ainda não soltando da panela.
Ponto de enrolar: quando o creme já está se soltando da panela. Vire a panela e se o brigadeiro tombar rápido para o canto, está no ponto de enrolar.
Coloque a massa do brigadeiro em um prato raso e cubra com plástico filme bem grudado nele. Leve à geladeira para esfriar.
Se enrolar os brigadeiros no tamanho de 13/14 gramas renderá aproximadamente 28 brigadeiros. Utilizei a forminha nº 4.

*atenção nas raspas da laranja: cuidado para não pegar a parte branca para não amargar o brigadeiro. É só película de fora mesmo.

PARA ENROLAR

Usei o vermicelli de chocolate branco da Melken.

Veja no instagram o modo de preparo no IGTV da @deliciando e pelo Facebook – Deliciando.com.br

ESPECIARIAS – BAUNILHAS

BAUNILHA: qualquer orquídea do gênero Vanilla é uma baunilha – mas a parte utilizada para dar sabor e aroma aos alimentos são os grãos da vagem da planta. A mais conhecida é de Madagáscar.

BAUNILHA DO CERRADO: conhecida também como “baunilha banana”. A ‘fava’ tem aroma rico, superfície oleosa e é suave no toque. É utilizada para aromatizar bolos, cremes, ganaches, sorvetes, chocolates, bebidas, bolos.

Como usar as baunilhas: (vídeo nos destaques do Instagram da @deliciando)

(i) Cortar a vagem ao meio, retirar a polpa e aplicar na receita;

(ii) Fazer uma infusão na água ou no leite: retirar a polpa e junto com a vagem junto para aquecer. Depois é só retirá-la a vagem e usar o líquido;

(iii) Para fazer o extrato de baunilha, esmaga-se a vagem seca, que depois deixar submersa em álcool por meses até obter aroma e cor.

BOLO DE BAUNIILHA COM MORANGO (*)

Massa:

4 ovos grandes

200 g de açúcar refinado

1 fava de baunilha

150 g de manteiga derretida e fria

200 g de farinha de trigo

2 colheres de chá de fermento em pó

Preaqueça o forno a 180°C.

Pese os ingredientes. Misture a polpa da baunilha no açúcar e guarde a vagem para o creme.

Na batedeira, bata os ovos e o açúcar baunilhado até parecer clara em neve. Ainda com a batedeira ligada acrescente a manteiga líquida.

Depois diminua a velocidade para o mínimo e vá acrescentando a farinha já peneirada com o fermento. Não bata muito, só até misturar.

Coloque em uma forma de 15 cm x 8 cm. Retire do forno quando já estiver dourado ou o palito limpo.

(*) receita adaptada do livro Cupcakes 2 – a arte de fazer cupcakes, editora Larousse, página 58.

CREME DE CONFEITEIRO (**)

480 ml de leite

100 g de açúcar refinado

1 fava de baunilha + a vagem da massa

120 g de gemas (aproximadamente 6 unidades)

40 g de amido de milho

Na panela coloque o leite, o açúcar e as baunilhas levar ao fogo até ferver.

Enquanto isso, misture bem as gemas com o amido. Reserve.

Quando leite já estiver fervido e aromatizado, retire as vagens e pegue 1 xícara desse leite e misture rapidamente com a creme de gemas reservado.

Então, leve tudo para a panela, fogo baixo e mexendo sempre até engrossar.

Despeje em um prato e tampe com plástico filme bem grudado no creme para não criar película. Deixe na geladeira até esfriar.

Na hora de usar, bata o creme com fouet ou na batedeira para dar cremosidade e usar no bico de confeitar.

(**) receita adaptada do livro: A química dos bolos – Joyce Galvão, Editora Cia das Mesas, página 226.

MONTAGEM e DECORAÇÃO

2 caixas de morangos

1 pacote de 50 de coco ralado

2 colheres de sopa do creme de confeiteiro

Lave os morangos e retire os cabinhos (opcional, se quiser deixar em alguns, sem problemas). Pique metade deles para colocar no recheio e o restante use para decoração.

Coloque o coco em um prato e reserve.

Fatie o bolo na horizontal e antes de umedecer o bolo, passe uma camada fininha do creme de confeiteiro nas laterais e passe no coco ralado. Faça em todas as fatias. Na fatia que ficará por cima do bolo, passe em toda a superfície e lateral e passe no coco.

Agora monte o bolo: fatia de bolo já com coco ralado, calda de sua preferência, creme de confeiteiro, morango picado no meio… e assim até chegar na última camada e decore com alguns morangos.

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ESPECIARIAS – AMBURANA e ANIS

AMBURANA: é uma árvore do sertão nordestino, também conhecida como imburana ou umburana. A casca é comercialmente usada em produtos fitoterápicos e as sementes usualmente na perfumaria, mas também podem ser usadas em sobremesas, como: cremes, pudins, ganaches, bolos e brigadeiros. Como usar: (i) aquecer líquido da receita com as sementes e deixar fazer a infusão. Depois é só retirá-las e usar o líquido. (ii) Também é possível ralar e acrescentar ao creme.

ANIS: ou anis-da-China, é uma planta de uso culinário e medicinal. O aroma é forte, mas agradável ao paladar. Muito usada também como decoração de velas, mas pode ser incorporado em receitas de sobremesas, bebidas, bolos e cremes.  Como usar: (i) pode aromatizar o líquido da receita, mas também é possível (ii) ralar e colocar por cima da preparação.

Uma sugestão de como usar a amburana:

CRÈME CARAMEL

500 ml de leite

3 sementes de amburana (pode ser mais se preferir)

3 ovos

2 gemas

250 g de açúcar para calda

Preaquecer o forno a 110°C. Ficará pronto em 30 e 40 minutos caso faça em ramequins ou forminhas de pudim. Se fizer em forma de pudim grande, pode ser mais tempo.

Faça a calda: colocar o açúcar na forma ou na panela. Levar ao fogo para caramelizar o açúcar. Vá acrescentando aos poucos até ficar totalmente pronta. Reserve.

Colocar o leite em uma panela junto com as sementes e leve para aquecer, sem ferver,  mas ficar bem quente para que faça a infusão. Quando perceber que já está bem aromatizado é só retirar as sementes.

Em uma tigela colocar os ovos, as gemas e o açúcar e misturar bem com um batedor ou fuet. Se o leite já estiver morno pode acrescentar à mistura de ovos. Caso esteja muito quente ainda, vá acrescentando aos poucos para não cozinhar os ovos.

Depois de tudo bem misturado, despejar na forma reservada e levar ao forno em banho-maria. Deixar na geladeira de um dia para o outro ou no mínimo 4 horas para gelar.

Se preferir, no Instagram nos destaques “Especiarias” tem o modo de preparo.

*receita adaptada do livro “A pequena cozinha em Paris”, Rachel Khoo.

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ESPECIARIAS NA CONFEITARIA

Essa semana vou falar um pouco sobre as especiarias.
Tem especiarias que muita gente nunca ouviu falar que são brasileiras e deliciosas.
Segundo dicionário é um condimento extraído de uma planta que podem ser a partir de sementes, flores, raízes, frutas, bulbos, folhas e cascas. Normalmente as especiarias têm sabor e odor próprios. Algumas são valorizadas por seu gosto e outras por seu cheiro. São usadas para dar sabor diferentes aos doces, pães, bolos etc.
Começaram a ser mais valorizadas principalmente na época das Grandes Navegações, pois não tinham como ser cultivadas na Europa em função do clima e eram transportadas por diferentes rotas desde o Oriente. Lembram das aulas de História?

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MASSA FERMENTADA

É aquela que precisa de fermento biológico seco ou fresco em sua elaboração, a característica principal é o tem de fermentação, a elasticidade e a textura muito alveolada.

Algumas das preparações feitas com esse tipo de massa são:– Brioche: origem francesa, com alto teor de manteiga. Podem ter modelagens diferentes como: nanterre, mousseline, à tetê e a trança;

– Sonho: origem portuguesa. É a massa tipo brioche frito ou assado costuma ser recheado com creme de confeiteiro ou doce de leite e polvilhado com açúcar;

– Panetone: origem italiana. É uma massa enriquecida com frutas cristalizadas ou com gotas de chocolate. Usualmente servido no Natal e Ano Novo;

– Colomba pascal: variação da massa do panetone sendo cobertura com uma mistura de claras, castanhas e açúcar;

– Pandoro: típico de Verona, também conhecido como “pão dourado” pela sua cor amarelada no interior da massa;

– Baba ao rum (baba au rhum): origem eslava, porém é questionada por outros países como Ucrânia, Rússia e Polônia. Foi adaptado na França e acrescentado uvas passas umedecidas com calda ao rum por causa de Stanislas Leczinski, sogro do rei francês Luís XV.

– Savarin: uma variação do baba ao rum, porém a massa é mergulhada em outro tipo de bebida alcoólica e servida com chantilly. O nome foi uma homenagem ao gastrônomo francês Brillat-Savarin.

– Croissant: significa crescente, ou meia-lua. É uma massa semi-folhada fermentada para desenvolver maciez e alvéolos. Diferentemente da massa folhada para sobremesa que a textura é fina e crocante.– Cinnamon rolls: origem sueca. É um pãozinho no formato de caracol aromatizado com canela (cinnamon) com cobertura de fondant.

– Donuts: origem disputada entre Holanda, Dinamarca. Foi levada para o EUA através de gerações. Um bolinho frito no formato de uma boia, pode ser recheado ou não, mas não pode faltar uma boa cobertura bem açucarada. O donuts mais famoso é o com cobertura rosa que aparece no desenho dos Simpsons;

*Aqui falarei somente das massas de pães doces. Para os demais pães vou deixar para quem é especialista em pães salgados porque há muitas variações de técnicas e preparações.

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MASSA COZIDA (PÂTE À CHOUX)

Choux em francês significa repolho e refere-se à forma irregular que assume quando assada. A massa choux é mais uma das preparações clássicas da confeitaria francesa. Híbrida entre massa firme e massa líquida, é cozida duas vezes: no início é cozida para secar a massa e depois assada para crescer e ficar oca para ser recheada com cremes doces ou salgados.Conta a história que as origens vêm do século XVI e originalmente a massa era feita com batatas. Esse prato é feito atualmente e é conhecido como pommes dauphine.Os tipos de sobremesas são:

Bomba ou éclair: surgiu em Lyon no final do século XIX. São doces de porção individuais com recheios cremosos e coberturas brilhantes e que não escorram, por exemplo: chocolate ou glaçagem mais firme.
Carolinas ou profiteroles: de formato redondo, recheados com creme e cobertura com chocolate.
Croquembuche: uma torre de carolinas recheadas e coberturas com calda de caramelo.
Paris-brest: é um doce tradicionalmente com formato de uma roda porque foi inspirado em uma corrida ciclística entre Paris e Brest. Geralmente recheado com um creme Paris-brest e polvilhado com amêndoas laminadas e açúcar impalpável.
Churros: de formato comprido como um cordão, são fritos por imersão. Atualmente também é possível fazê-lo assado.

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MASSA FILO (phyllo) ou MASSA DE STRUDEL

Phyllo vem do grego que significa folha. Strudel significa rodamoinho em alemão, que reflete o fato do doce ser em forma de rocambole

Vários países reivindicam sua origem, desde os húngaros até países do Oriente Médio, como a Turquia.

Ao contrário da massa folhada, as “massas de folha” são preparadas uma folha por vez. Combinações de poucas dezenas de folhas são montadas e imediatamente levadas ao forno.

O ponto importante dessa preparação está na elaboração da massa e depois na sua abertura. Ela deve ser bem esticada à mão e fina o suficiente para ler uma carta através dela.

Essa massa pode ser frita como conhecemos no rolinho primavera ou assada como o apfelstrudel.

Algumas sobremesas mais conhecidas:

– Baklava: originário da Turquia. Um doce no formato de triângulo recheado com amêndoas, nozes, pistaches, mel e raspas de laranja. (*) Há livros que indicam que são feitas com massa folhada também.

– Apfelstrudel: uma espécie de rocambole recheado com maçãs e uvas passas.

– Borek turco: é um rolinho de massa filo que pode ser recheado com doce ou salgado.

(**) Há outras utilizações como trouxinhas ou cestinhas recheadas com cremes doces e/ou frutas que podem ser servidas como sobremesas ou doces finos.

Rolinho primavera, aqui no Brasil, também são feitos com a massa filo.

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MASSA FOLHADA

É um clássico da confeitaria francesa, apesar ter sido inventada pelos árabes e turcos, desde o século XV. É uma massa laminada, não é fermentada e normalmente não leva açúcar. A rica quantidade de manteiga é para criar as camadas finíssimas de massa, que depois de assada fica crocante e leve.
É totalmente diferente das outras, tanto na textura quanto no modo de fazer. Ela é também mais trabalhosa e exige cuidado e delicadeza para que adquira o efeito folhado e a crocância que a caracterizam.

Tipos de folhado:

– Básico ou tradicional (pâte feuilletée): é a técnica francesa de produção. Pode ser feito com diversos tipos de gordura sólida, sendo a manteiga aquela que dá melhor sabor à massa.
– Blitz ou folhado rápido: é mais fácil de preparar, já que em lugar de fazer a sova e juntar a gordura para depois laminar, adicione-se a gordura cortada em pedaços sobre a massa inteira e em seguida faz a laminação. Não sendo necessário tempo de repouso prolongado, como no caso do folhado básico ou no invertido.
– Invertido: é mais complicado de fazer, exigindo um domínio do trabalho muito preciso. Trata-se de um folhado de sabor mais delicado. Chama-se invertido porque no seu preparo “inverte-se” a disposição da gordura e da massa. Neste caso deve respeitar rigorosamente o tempo de repouso a frio.
Italiana ou pasta sfogliata: é acrescentado vinho branco e ovos. A laminação é igual da massa básica.

O preparo tem duas etapas:
1º) Détrempe (massa para envelopar): mistura de farinha, água, manteiga e sal.
2º) Beurrage: incorpora a manteiga na massa para envelopar.

Há dois tipos de dobras: simples e duplo.

A massa folhada serve para diversas preparações, sendo neutra no sabor pode ter recheio doce ou salgado. Vejam algumas opções:
– Mil folhas: composto de camadas finas da massa folhada e recheio cremoso.
– Palmier: biscoito feito de massa folhada, em formato de caracol
– Chausson: pastel de massa folhada recheado tradicionalmente com maçãs ou amêndoas
– Vol-au-vent: massa folhada com um furo no centro, pode recheadas com doces ou salgados
– Tarte tatin: origem francesa. É a famosa torta de maçã com a massa por cima. Diz a lenda que foi um erro da confeiteira que esqueceu de colocar a massa por baixo, quando percebeu as maçãs já estavam quase cozidas, então resolveu colocar por cima.
– Jalousie: origem francesa. É uma sobremesa com formato retangular e cortes como se fosse uma persiana, na parte superior para que veja o recheio. O recheio geralmente é com frutas frescas.
-Baklava: originário da Turquia. Um doce no formato de triângulo recheado com castanhas diversas, mel e raspas de laranja.
– Banburycakes: origem inglesa. Formato de uma baguete com recheio de frutas cristalizadas, mel e especiarias.
– Cannoli: significa pequeno tubo. Origem italiana, é uma espécie de canudo de massa crocante e recheado com creme. Como há diversas adaptações, uma delas é feita com massa de pastel.

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MASSA BATIDA DE ESTRUTURA CREMOSA

O ingrediente-base é a gordura seja margarina, óleo, manteiga, azeite, gordura vegetal ou emulsificante.

A fórmula básica para esse tipo de massa é:

GORDURA + AÇÚCAR + OVOS

Esse tipo inicia-se com esses três itens e só depois acrescentar os ingredientes secos juntos e peneirados.

Os bolos com base em gordura normalmente são mais firmes e densos que aqueles com base aerada. A alta presença de gordura e de açúcar nesses bolos também proporciona a umidade e um miolo mais delicado. São massas pesadas e não são muito aeradas, ou seja, as bolhas de ar interna são bem pequenas por isso é necessário adicionar fermento para auxiliar no crescimento.

A saborização dessas massas são bem aceitas e podem ser usados: essências, frutas, chocolates, especiarias, sucos, leites, chás e outros tipos de farinha (amêndoas, fubá, aveia etc.)São elas:

– Bolo simples, mármore, inglês: são de origem inglesa, com acréscimo de chocolate ou frutas cristalizadas;

– Bolo de frutas: conhecido como plum cake ou cake aux fruits. Essa variedade era utilizada para casamento por seu tempo de conservação em temperatura ambiente ser muito bom;

– Bolo de libra (inglês): origem europeia, também conhecido como quatre quarts (francês) por ser composto de 4 ingredientes e eles terem o mesmo peso.

– Bolo genovês: origem Gênova. Tem farinha de amêndoa e rum na composição da receita.

– Madeleine: são bolinhos franceses provenientes de Commercy, na França. São assadas em forminhas no formato de conchas.

– Financiers: são bolinhos assados em formas pequenas e retangulares.

– Brownies: é um bolo americano que não usa fermento, é assado rapidamente para ficar crocante por fora e úmido por dentro.

– Cupcakes: origem inglesa, conhecido também como fairy cakes (bolo das fadas). Tem tamanho de uma xícara (cup). Podem ter recheios e coberturas diversas. Nos EUA, o clássico é o famoso red velvet.

Sour cream pound cake: originário do nordeste da Europa. O nome refere-se à antiga fórmula que indicava um pound de peso (453g) para cada ingrediente. Esse bolo atravessou diversas gerações da cozinha norte-americana e sofreu alterações nos ingredientes. – Bolo de fubá e de milho: origem no período colonial no Brasil quando não se usava tanto farinha de trigo.

– Bolo de cenoura: a origem é incerta, mas usava-se a cenoura como substituição do açúcar em alguns locais.

– Bolo de rolo: origem Pernambuco. Considerado um patrimônio cultural desde 2007. É um bolo bem fino, recheado com doce de leite ou goiabada, geralmente. E tanto pode ser enrolado como ter formato de bolo.

– Bolo de mandioca: é uma iguaria brasileira de origem indígena. Há também uma variação que chama Mané Pelado.

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MASSA LÍQUIDA E SEMILÍQUIDA

Esses tipos de massa devem ser tenras e delicadas. Geralmente muito fáceis de fazer e comumente consumidas no café da manhã ou lanche da tarde.
São elas:– Panqueca: apreciada pelos romanos. Uma massa bem fina feita na frigideira quente. Pode ser doce ou salgada.
– Crepe: apreciado pelos franceses, porém uma derivação da panqueca, uma massa mais fina também feita em chapa ou frigideira, pode ser doce ou salgada. Encontrada também em feiras no formato de palito ou em quiosques de shopping no formato de cone.
– Waffle e pancake: apreciado pelos americanos, porém é origem holandesa. A massa é basicamente igual, mas feita em formatos diferentes são fritas na frigideira ou na máquina própria para waffle. Na versão francesa tem o nome de gaufre.
– Wafer: a famosa casquinha de sorvete. Feita em uma prensa quente e moldada ainda quente.
– Blini: apreciado pelos russos desde o período da Idade Média. O tamanho é 10 cm de diâmetro X 1 cm de altura. Podem ter cobertura de doces ou salgadas.– Beignet: massa para filhó. É usada para recobrir frutas ou outro ingrediente que queira fritar e na massa, originalmente, contém cerveja. Uma adaptação brasileira é o bolinho de chuva.
– Popovers: uma versão norte-americana do Yorkshire pudding inglês. Quando cozido em formas individuais postas dentro de uma assadeira grande crescem de forma desigual.
– Omelete soufflé: é uma variação da panqueca com uma grande quantidade de claras em neve. É cozida somente de um lado e pode ser recheada com doce ou salgado e terminar a cocção no forno.
– Crumpets: é uma invenção inglesa de bolos pequenos, achatados, levedados com superfície pálida e esburacada.
– Ataif: doce árabe recheado com coalhada e castanhas e servido com calda de flor de laranjeira. Servido tradicionalmente durante o Ramadam.

Hoje dia dessa massa tão gostosinha de fazer e comer.

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